A continuação do mega sucesso "Se beber, não case!", de 2009, possui, em sua concepção fílmica, uma regressão, tanto no conteúdo, quanto na estética, ao bom desempenho do original. O filme em questão até possui um início animador, mas vai se diluindo em razão de sua falta de assunto e, principalmente, ao se tornar um besteirol insosso e prosaico.
Uma caricatura do superestimado, mas interessante pela originalidade do seu roteiro, filme que deu origem a esta sequência (em virtude de seu sucesso nas bilheterias já está sendo costurada o terceiro capítulo).
Todd Phillipps (diretor) entope seus planos-sequência de cenas apelativas do mais puro mau-gosto, banalizando, assim, as ações insensatas de seus personagens. Na falta de um roteiro, ao menos, à altura do primeiro filme - o que significa que precisaria de um pouco só de mais intuição dos três roteiristas, incluindo Phillips -, "Se beber, não case! parte 2" possui uma idiossincrasia que foge ao convencional, com várias tomadas de cunho subversivo, com a pretensão de tornar risível situações esdrúxulas, rasteiras e incoerentes.
Uma caricatura do superestimado, mas interessante pela originalidade do seu roteiro, filme que deu origem a esta sequência (em virtude de seu sucesso nas bilheterias já está sendo costurada o terceiro capítulo).
Todd Phillipps (diretor) entope seus planos-sequência de cenas apelativas do mais puro mau-gosto, banalizando, assim, as ações insensatas de seus personagens. Na falta de um roteiro, ao menos, à altura do primeiro filme - o que significa que precisaria de um pouco só de mais intuição dos três roteiristas, incluindo Phillips -, "Se beber, não case! parte 2" possui uma idiossincrasia que foge ao convencional, com várias tomadas de cunho subversivo, com a pretensão de tornar risível situações esdrúxulas, rasteiras e incoerentes.O trio Bladley Cooper, Zach Galifianakis e Ed Helms, novamente dá vazão às suas mais íntimas fantasias em mais uma noite na qual não se recordam das consequências de seus atos, desta vez na Tailândia. E resolvem assumir a condição de farristas inveterados, mesmo passando por momentos delicados. Phillips deixa espaço para algumas improvisações de seus atores, especialmente Galifianakis, em momentos pouco inspirados (além do filme original, a parceira entre ambos se deu também no bom "Um parto de viagem", de 2010).
"Se beber, não case! parte 2" é um pastiche de sua boa premissa que teve êxito na produção anterior. O filme trabalha com o extremo da irresponsabilidade humana. E aborda o quebra-cabeça que o trio central precisa montar para dar prosseguimento ao cotidiano de suas existências com o mínimo de sequelas possíveis.

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